Apoio a crianças e famílias vulneráveis
Ana Lopes Ana Lopes

Apoio a crianças e famílias vulneráveis
Por Ana Lopes

Abandono, maus tratos (violência sexual,…), suicídio, depressões, doenças graves e incapacidades, casas frágeis vulneráveis a incêndios…são tantos os desafios por que as famílias passam hoje em dia e as resposta são pouquíssimas: não há assistentes sociais, educadores especiais auxiliares gerais, psicólogos, terapeutas, mediadores interculturais, funcionários judiciais, polícia em número suficiente para dar resposta a tantos desafios. Esta ausência resulta em casos gravíssimos, como a situação de 4 crianças que morreram queimadas em suas casas, crianças em risco que demoram anos a ter a sua situação resolvida nos tribunais, adiando os seus projetos de vida e as oportunidades de ter uma família e/ou uma vida estável ficando anos em casas de acolhimento temporário, doentes mentais de nível intermédio sem respostas sociais, bairros sociais com focos de violência simplesmente por falta de segurança, etc., crianças com NEE que esperam meses para ter apoio especializado a nível de educação e quando têm este é insuficiente (ex. 1 vez por semana), professores que têm de ser assistentes sociais, psicólogos em simultâneo por a escola não estar preparada para todos os desafios dos alunos, etc.
A proposta é haver:
– Promoção e apoio a sistemas de base comunitária integrados, espalhados por todos os bairros, em que se a população se organiza para dar resposta a situações de vizinhança, em colaboração com as Juntas de Freguesias;
– Dotar todas as escolas de animadores socioculturais (animação de recreios, prevenção do bullying), de mais psicólogos, educadores sociais, terapeutas e professores de educação especial, com uma real e efetiva resposta aos alunos;
– Aumentar o policiamento de proximidade em bairros sociais onde há focos de violência;
– Aumentar o número de mediadores interculturais que promovam a inclusão das comunidades migrantes e ciganas;
– Aumentar o número de Assistentes Sociais de modo a que possa haver uma resposta efetiva para casos de abusos com menores e problemas familiares, reduzindo o número de casos por profissional de modo a que possa haver um efetivo acompanhamento das famílias;
– Aumentar o número de profissionais a nível judicial e a eficiência do setor de modo a haver uma resposta rápida que não adie a vida das pessoas, privilegiando os casos de abuso de menores e de violência familiar;
– Criar respostas sociais para casos de doença mental de nível intermédio que não justifique nem colocar as pessoas em lares nem em hospitais psiquiátricos (ex. promoção de unidades de vida independente acompanhada,…).

2 Maio, 2018

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