A desigualdade em Portugal é cada vez maior, cresce de ano para ano. Tal tem que ser travado em nome da justiça e da coesão social dos portugueses. Este problema só pode ser eficazmente atenuado pela intervenção do Estado, com uma política fiscal arrojada, tributando duramente as fontes dos grandes rendimentos e fortunas (como a Escandinávia) e investindo fortemente na educação e saúde públicas e acabando com as benesses atribuídas aos bancos (porque razão gastamos milhares de milhões para salvar bancos da derrocada fabricada pelos seus e gestores?), grandes empresas e quejandos.
Concretamente, impõe-se ressuscitar o imposto sucessório, em moldes agressivos que penalizem de facto as grandes heranças.